Pattinson Daily: FanFic Príncipe de Gelo - Capítulo 7
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FanFic Príncipe de Gelo - Capítulo 7

1 de julho de 2013

Príncipe De Gelo - Short Fic

Indecisão. Desejo. Dúvida. Edward saiu da cozinha disposto a entrar naquele banheiro juntamente como Bella, assim como Jake disse. No meio do caminho ele parou. Não poderia fazer isso... não agora. Sabia que seria difícil se segurar. Já tinha sido durante a noite, na qual ele mal conseguiu dormir com a pele macia e seminua ao seu lado. Tinha plena certeza que sua consciência iria atormenta-lo por dias caso tomasse Bella pra si tão rápido.

Por outro lado... ele já tinha declarado seu amor. Prometeu a Bella que iriam lutar para ficarem juntos. Qual era o problema agora? Existia tanta diferença entre beijar e namorar a meia irmã e fazer amor com ela? Existia. Claro que existia. O pecado era bem maior.

E novamente vinha seu lado mais perverso se enfiando em seus pensamentos. Quem disse que era pecado amar? Amor é amor... de qualquer jeito, em qualquer hora, em qualquer lugar. Independe de raça, fé, sexualidade.

Edward sentou-se no sofá e colocou as mãos no rosto. Ele precisava se decidir. Ou se entregava, entrando de cabeça nesse relacionamento e esquecendo preconceitos ou desistia de vez. Abrir mão de sua felicidade. Abrir mão da mulher que ele amava... e que o amava também.

Quantas pessoas tem a mesma sorte que ele? Amar e ser correspondido com a mesma intensidade? E ele aqui... ainda pensando em certo e errado. Danem-se as convenções. Ele não iria mais sufocar um sentimento tão puro que surgiu sem que soubesse quem eram realmente.

Levantou-se disposto a tomar seu banho com Bella. Seria homem o bastante para se controlar e não fazer nada. Não passava de romantismo da parte dele. Bella não precisava ter sua primeira vez com ele num banheiro, feito dois animais no cio que só buscam sexo. Entre eles deveria haver mais que isso.

Subiu as escadas e parou no corredor. Ele seria realmente forte a ponto de conseguir se conter? Tentando dar um basta nessa indecisão, Edward abriu a porta do quarto e entrou, passando a chave. Tirou a camisa e jogou-a sobre a cama. Tirou também a calça de moletom, ficando apenas com a boxer preta. A passos lentos foi em direção ao banheiro. Ouviu a voz doce e melodiosa de Bella cantando uma música agradável. O box esfumaçado não permitia que ele a visse. Inspirou profundamente e abriu a porta do box. Bella, que estava com a cabeça baixa, passando a esponja pelas suas pernas, ergueu a cabeça e seus olhos brilharam. Endireitou o corpo e então Edward pode admira-la em toda sua perfeição. Os cabelos ficaram mais escuros devido a umidade e contrastavam com a pele branca. Desceu o olhar pelo pescoço esguio, pelos seios médios e firmes. Deteve seu olhar nos bicos róseos e intumescidos, sentindo sua boca salivar. Desceu mais um pouco, observando a barriga reta, lisa até parar em seu sexo. Ele arfou audivelmente e imediatamente seu corpo deu sinal de vida. Seu membro latejou, ficando tão duro que Edward imaginou que sua boxer não seria suficiente para conte-lo. Observou as coxas macias e torneadas, mas seu olhar traiçoeiro voltou-se para o sexo pequeno e convidativo.

Bella permanecia parada, trêmula somente por vê-lo ali à sua frente, usando apenas a boxer que já não segurava sua ereção. O corpo era perfeito, muito mais do que imaginou. Peito e ombros largos, barriga definida e coxas musculosas. Sentia sua respiração acelerar gradativamente e seu sexo queimar e umedecer ao mesmo tempo.

_ Você é lindo.

_ Você é muito mais que linda... perfeita.

Edward deu um passo à frente e Bella fez um gesto com mão, impedindo-o.

_ Toma banho assim? Não vai tirar?

Edward sentiu seu rosto ficar quente, provavelmente tinha ruborizado. Nunca foi homem de muitos pudores. Mas uma coisa era ficar nu em frente a prostitutas pagas para dar prazer. Outra era estar nu em frente ao amor de sua vida. Ele se sentia um virgem em sua primeira noite.

_ Quer que eu te ajude?

Bella perguntou e mordeu os lábios. Rapidamente Edward tirou sua boxer. Não sabia se suportaria as mãos de Bella sobre sua pele sem fazer nada. Bella engoliu em seco e seus lábios entreabriram-se ao ver seu membro grosso e grande apontado diretamente para ela. Seus seios endureceram ainda mais a ponto de doer. Ela esticou a mão, que Edward pegou e no instante seguinte seus corpos estavam colados. Eles estremeceram devido ao contato de suas peles e gemeram baixo. Edward abraçou a cintura de Bella e ela, na ponta dos pés, enlaçou seu pescoço. Suas bocas se encontraram famintas, urgentes e apaixonadas. Bella agarrou-se aos cabelos dele quando sentiu sua língua invadir sua boca, pedindo espaço ao mesmo tempo em que seu membro quente latejava em sua barriga. Bella arfou e enroscou uma perna na perna de Edward, roçando seu sexo nele.

Edward se assustou com o rompante e atrevimento de Bella, mas não se conteve e remexeu a perna, friccionando o clitóris dela a ponto de faze-la gemer mais alto.

_ Bella... não me faça perder o controle.

_ Mas eu quero que você perca o controle. Eu quero que você me jogue contra essa parede e me faça sua.

_ Não... eu não quero assim.

Edward negou, mas seu corpo novamente o traiu e ele carregou Bella pela cintura, prensando o corpo dela entre a parede e seu corpo. Deslizou-a um pouco para baixo de forma a deixar seu membro em contato com o sexo dela. Bella ergueu a cabeça, sempre gemendo e cravando as unhas nos ombros dele.

_ Por favor...

Bella choramingou e pegou o membro de Edward, levando-o até sua entrada e passando a cabeça em seu clitóris.

_ Puta que pariu, Bella... pare.

_ Não...

Edward se afastou um pouco, mas segurando-a firmemente. Passou seu dedo entre suas dobras, separando-as e dizendo um palavrão ao sentir o calor proveniente de Bella. Deixou que seu dedo deslizasse para dentro do corpo de Bella, o polegar acariciando seu clitóris. Baixou a cabeça e alcançou seu seio, chupando e beijando, entre gemidos. Bella o masturbava freneticamente, acariciando-o de cima a baixo, passando o dedo sobre a fenda em sua glande e voltando a fazer movimentos de cima para baixo. Lentamente Edward começou a estocar seu dedo dentro dela, colocando mais um e aumentando o ritmo. Bella gemia, rebolava e continuava punhetando Edward que crescia e latejava em sua mão.

Logo o banheiro foi preenchido pelos gemidos dos dois e pouco depois o grito abafado de Bella ao gozar. Edward veio logo após, gozando intensamente na mão de Bella, rosnando feito leão enjaulado enquanto ainda sugava seu seio.

_ Não... não me solte.

Bella pediu, pois sabia que suas pernas não suportariam seu peso. O orgasmo foi tão intenso que ainda sentia seu sexo latejando e as pernas bambas. Edward encostou a cabeça na parede, de olhos fechados. Felizmente era forte o bastante para continuar de pé. Nem mesmo quando estava dentro de uma mulher ele sentiu um prazer tão arrebatador, a ponto de deixar sua mente fora do ar por breves segundos. Afastou-se e olhou nos olhos de Bella quando sentiu seus dedos acariciando sua nuca.

Ela mordeu os lábios, temerosa. Não queria ver arrependimento nos olhos dele. Mas tudo o que viu foi amor... carinho... paixão.

_ Se você acaba comigo assim... eu nem quero pensar quando eu fizer amor de verdade com você.

_ Foi tão bom quanto foi pra mim?

_ Muito mais que bom.

_ Acho que eu terei que tomar banho novamente.

Edward seguiu o olhar de Bella e viu as mãos dela sujas com seu sêmen.

_ Terei prazer em dar banho na minha princesa.

Bella sorriu de forma sexy, atiçando-o novamente.

_ Princesa de gelo?

_ Gelo, definitivamente é uma palavra que não se aplica a você. Princesa de fogo, talvez.

Bella riu alto e o beijou rapidamente.

_ Será que esse fogo é capaz de derreter essa geleira?

Edward a olhou intensamente antes de colocá-la novamente no chão e pegar a esponja.

_ Lembra-se de quando estudou sobre os estados físicos da água?

_ Lógico que sim.

_ Pois saiba que estou em entrando em completo estado de Fusão.

Bella abriu outro largo sorriso, sonhando com o dia em que veria o mesmo sorriso no rosto de Edward.

********

Bella estava em tal estado de euforia que sua vontade era de gritar, cantar alto e beijar todo mundo. Aliás... ela gritou e cantou alto enquanto dirigia de volta à casa dos pais. Não iria, obviamente ficar muito tempo lá. Somente iria fazer as malas e voltar para casa de Edward. Ele viajaria no dia seguinte para o Canadá e diante do convite para acompanha-lo, Bella não pensou duas vezes.

Apesar de sua incontida felicidade, uma coisa vinha martelando na mente de Bella desde a noite passada. E se de repente, por acaso, sua mãe não tivesse se enganado? Isso pode acontecer não é? Ela foi categórica ao afirmar que Carlisle foi seu único homem naquela época e que só voltou a ter outro homem quando estava com dois meses de gravidez. Poderia ter se enganado quanto ao tempo?

Na época Carlisle sequer cogitou a hipótese de fazer um DNA, mas e se fizessem agora? Bella sabia que Esme tem um coração enorme, mas é tão estranho ver alguém aceitar a filha bastarda do marido com tanta naturalidade! Talvez ela soubesse de algo, mas sendo a pessoa maravilhosa que era, resolveu acolhe-la da mesma forma. Nunca se sabe... mulheres tem sexto sentido. Foi pensando nisso que resolveu conversar com o pai. Ele a entenderia certamente.

_ Oi querida... voltou cedo.

_ Oi pai...oi Esme. Chegue cedo mas irei voltar. Só vim buscar algumas roupas.

Os dois ficaram visivelmente surpresos.

_ Edward viaja amanhã, pois já começam os treinos. E ele me convidou para ir com ele.

_ Oh minha filha... que bom. Vejo que estão se dando muito bem.

_ Estamos sim, mãezinha.

Falou sentando-se entre Esme e Carlisle.

_ Onde estão Rose, Alice... todo mundo?

_ Saíram. Acho que foram ao Jóquei.

_ Hum... legal. Mas pai... eu queria conversar uma coisa com você.

_ É particular?

Esme perguntou já se preparando para sair.

_ Não. Claro que não. Pode ficar.

_ Pode falar, Bella. Sou todo ouvidos.

_ Então... eu estive pensando. Na época em que descobrimos a paternidade...tipo, foi apenas pelo que minha mãe nos disse.

_ Sim. E eu confiei nela. Mas por que está falando isso?

_ Pai... não seria melhor se fizéssemos um DNA?

Carlisle abriu a boca, os olhos arregalados e o rosto pálido. Levantou-se e passou a mão nos cabelos, gesto que a fez se lembrar de Edward.

_ Por que isso agora? Você... você não se sente minha filha?

Bella se arrependeu no mesmo instante. As palavras dele saíram carregadas de tristeza e mágoa.

_ Não. Claro que não é isso, pai. Eu só queria que não restassem dúvidas e...

_ Eu nunca tive dúvida, Bella. Você é minha filha e eu a amo, da mesma forma que amo a Rose e o Jasper. Nunca mais repita um absurdo desses.

_ Mas pai... eu só queria...

_ Eu te amo tanto, minha filha. Eu sei... do fundo do meu coração eu sei que você é minha filha.

_ Desculpe. Não foi minha intenção magoa-lo.

Carlisle não disse nada. Apenas saiu da sala. Bella iria se martirizar até a morte por causa dessa estupidez. Por que não propôs isso a Edward e não a Carlisle? Burra! Baixou a cabeça, ciente do olhar de Esme sobre si.

Bella remexeu as mãos sobre o colo, completamente constrangida. Falou num impulso e em nenhum momento imaginou que seu pai ficaria tão ofendido com suas palavras. E agora se arrependia amargamente, pois não só o tinha ofendido como estava manchando a imagem de sua mãe.

_ Bella, querida... olhe para mim.

Bella ergueu a cabeça e encontrou os olhos amorosos e brilhantes de Esme. Ela segurou sua cabeça, acariciando-a junto ao peito.

_ O que aconteceu, minha filha? Por que disso agora? Nós nunca fizemos questão. Sequer chegamos a cogitar a hipótese de não ser verdade.

_ Eu... eu não sei por que disse aquilo, sinceramente.

_ Você não se sente filha do Carl, é isso?

_ Não. Não é isso, já disse.

Bella apressou-se em responder, com medo de ferir ainda mais as pessoas da família que ela tanto amava.

_ Olha... eu vou conversar com meu pai. Irei pedir desculpas. Vamos esquecer essa bobeira de DNA.
Esme se afastou um pouco e olhou profundamente em seus olhos.

_ Carlisle me contou tudo logo que nos reconciliamos, Bella. Eu sabia que ele teve um caso, sabia que a mulher se apaixonou por ele. Não foi surpresa quando você apareceu. E eu nunca duvidei sabe por que? Carlisle me disse que Renne era honesta e trabalhadora. Se ela fosse uma interesseira, já teria procurado por ele. Mas se você quer esse exame, eu converso com seu pai.

_ Não precisa. Vamos esquecer, tudo bem?

Bella se levantou e tentou dar um sorriso.

_ Eu sei por que está fazendo isso... é por causa dele, não é?

_ Dele?

_ Do Edward.

Bella prendeu a respiração. Era só o que faltava! Ela... sabia alguma coisa sobre os dois? Era o maldito sexto sentido.

_ Edward? O que ele tem a ver com isso?

_ Eu percebi desde aquela época Bella. Sabe... nunca tive coragem... nem eu nem Carlisle. Nunca tivemos coragem de conversar com ele sobre aquele dia. Mas percebemos o quanto ele ficou chocado, abalado. Mas ele sempre foi educado e respeitador demais com as mulheres para destratar você. E desde aquele dia ele se transformou nisso... nesse homem sem emoções, sem sorrisos, sem felicidade. Eu sinto que ele pensa que sua mãe nos enganou. Não foi ele que propôs isso, foi?

_ NÃO. Juro que não. Edward foi super simpático e atencioso comigo.

_ Ah... que alivio. Eu pensei que esse foi um dos motivos que a levou a querer ficar com ele ontem. Tentar... serem amigos.

_ Nós somos amigos, Esme.

Ela bufou.

_ Prefiro quando me chama de mãezinha.

Bella sorriu e se apertou entre os braços dela.

_ Desculpe. Mas, olha... não tem nada a ver com Edward. Foi só uma idiotice da minha cabeça.

_ É um alivio pra mim. Durante anos fiquei com essa ideia na cabeça, mas se estão se dando bem... eu fico feliz.

_ Edward é maravilhoso. Bom... vou conversar com meu pai e depois fazer minhas malas.

_ Vá sim, querida. Você vai amar o Canadá. É uma pena que Edward não terá muito tempo para passear com você.

_ Eu me viro.

Bella falou, dando um beijo no rosto de Esme e subindo as escadas correndo. Mas chegando ao segundo andar, ela parou, suspirou e levou a mão ao peito. Por um instante chegou a pensar que Esme sabia do amor entre ela e Edward. Ninguém poderia saber disso agora. Eles já tinham combinado que iriam viver esse amor às escondidas, e só quando estivessem fortes o bastante, iriam revelar a verdade a todos. Se a notícia fosse bem recebida por todos, ótimo. Se não fosse... os dois teriam que se bastar.

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