Pattinson Daily: [Atualizado] Scans + Transcrição: The Childhood of a Leader na revista Vanity Fair + novos stills (edição 08/2016)
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[Atualizado] Scans + Transcrição: The Childhood of a Leader na revista Vanity Fair + novos stills (edição 08/2016)

11 de julho de 2016

Scans


Novo stills 

 
 
 

Transcrição

"Estou muito orgulhoso dele," disse Robert Pattinson sobre o ator de 27 anos, Brady Corbet - amigo íntimo - e seu surpreendente filme de estreia na direção, The Childhood of a Leader. Pattinson seu uniu ao elenco para uma atuação especial como o repórter Charlie - um "personagem deliberadamente supérfluo. Eu li o roteiro há muito tempo e achei ótimo," diz Pattinson. "Eu realmente confio em Brady. Ele tem uma visão singular - eu nunca conheci alguém na indústria do cinema com intenções tão puras."

Ambientado na França depois da Primeira Guerra Mundial, mostrando a assinatura do Tratado de Versalhes, em 1919, este drama familiar psicológico oferece uma perspectiva sobre a ascensão do fascismo. O pai, interpretado por Liam Cunningham, foi enviado pelo Presidente Wilson para ajudar na negociação do Tratado. Ele, sua esposa, interpretada por Bérénice Bejo e seu jovem filho, Prescott, interpretado pelo ator britânico, Tom Sweet, estão engajados em uma batalha de poderes que revela não só a manipulação do menino com os mais velhos e também a crueldade instintiva exercida pelos pais, que tentam impedir o indomável lado do seu filho.

A estridente e perturbadora trilha sonora de Scott Walker, é quase um outro personagem e o filme de 35 mm fortalece a interação entre luz e escuridão. Cunningham, como Pattinson, estão admirados pela segurança e a autoridade de Corbet: "Ele é o cinéfilo mais culto que  já me deparei em toda minha vida. Ele dirige como se fosse seu 20º filme e ele ama as tradições europeias." Pattinson concorda: "Acho que ele vai ser uma das figuras mais importantes no cinema".

A ideia por trás de The Childhood of a Leader de Corbet começou há 11 anos e ele começou a escrevê-lo quando ele tinha 17 anos, somente para abandonar o projeto quando ele decidiu que era muito ambicioso para fazer. "Eu não poderia ir mais longe," ele disse. "Tudo na sua estrutura desafiou gêneros." Ele retomou, em 2013, quando sua parceira, a diretora norueguesa Mona Fastvold, sugeriu que eles acabassem juntos. "Foi uma luta constante," disse Corbet, "mas essas coisas são sempre resolvidas quando você é tão persistente como os problemas."

Fonte | 2 | 3 | 4 | Via | Via | Via | Transcrição: Pattinson Dailly